Amigos da Cachaça

Amigos da Cachaça

Um incentivo à cultura nacional!!

Minas Uai

Cachaça produzida artezanalmente, com a produção de 3000 a 4000L, ano, não envelhecida em madeira.  Leia Mais →

Flor do Vale Premium

Envelhecida: 01 ano em barril de Jequitibá Rosa, Grapia ou Castanheira. Fermentação: Natural com leveduras selecionadas sem aditivos químicos. Método de Produção: Artesanal com destilação em alambique de cobre. Descrição: Uma autentica Cachaça Premium com sabor suave e aroma inigualável para ser apreciada pura em boa companhia.  Leia Mais →

Flor do Vale Tradicional

Descansada: em barril de amendoim. Fermentação: Natural com leveduras selecionadas sem aditivos químicos. Método de Produção: Artesanal com destilação em alambique de cobre. Descrição: Cachaça oficial para produção de caipirinha. Pode ser consumida pura ou em coquetéis.  Leia Mais →

Doutores do Samba

O Dr. Fábio enviou o convite, dia 07 a partir das 17 horas tem a primeira samba de 2010 dos Doutores do Samba, no Corleone Bar, num sensacional Grito de Carnaval 2010 com a presença da Bateria 51 da Escola Paulista de Mediciana, mais informações no folder do evento.  Leia Mais →

Vira Saia

Esta sugestão veio do amigo Guilherme Gama, mais uma mineira para encorpar nosso site: Vira Saia Olá Companheiros, semana passada eu fui fazer um serviço em um alambique na região de Ouro Preto – MG e ganhei uma cachaça. Não achei que a danada seria boa, pois o lugar é bem modesto. Mas quando experimentei tal raridade fiquei fascinado. O precioso liquido se trata de uma cachaça envelhecida 13 anos em tonéis de Carvalho. O sabor é indescritível, vale à pena ter em casa. Pena que não se encontra com facilidade. Vira Saia, lembrem-se desse nome. Abraço a todos. O que eu fiquei... (mais...)

Cachaça era moeda oficial do tráfico de escravos negros para o Brasil

O produto brasileiro mais conhecido pelos comerciantes de escravos na África no século 17 era a cachaça.  A jeribita, um de seus tantos sinônimos, era tão popular no tempo da colônia que Portugal tentou diversas vezes – sempre em vão – coibir sua produção e consumo, para proteger o comércio de suas bebidas típicas – a bagaceira e o vinho. A proibição estimulou ainda mais o tráfico da bebida e, quando Portugal retomou Angola do controle holandês, em 1650, a colônia africana passou a receber um mar de cachaça anualmente. O historiador Luis Felipe de Alencastro, no clássico... (mais...)

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